Samba de Belo Horizonte quer reconhecimento como Patrimônio Cultural da cidade


Primeiro passo foi dado com reunião pública realizada nesta sexta-feira (21), no Mercado da Lagoinha. Mestre Conga recebe homenagem de coletivo de sambista de Belo Horizonte (2022) Coletivo Mestre Conga/Divulgação A Prefeitura de Belo Horizonte, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o Coletivo de Sambistas Mestre Conga se reuniram, nesta sexta-feira (21), para discutir uma proposta de pesquisa histórica sobre o samba da capital mineira. A reunião pública foi realizada no Mercado da Lagoinha, na Região Nordeste de BH. Ela é o primeiro passo para o processo de reconhecimento da atividade como Patrimônio Cultural Imaterial do município. Primeiro passo foi dado com reunião pública realizada nesta sexta-feira (21), no Mercado da Lagoinha. Zu Moreira/TV Globo A expectativa é de que um inventário do samba belo-horizontino seja entregue ao Conselho Deliberativo do Patrimônio até o primeiro semestre de 2024. O projeto é financiado com recursos de emendas parlamentares. "A elaboração do Inventário Cultural e Dossiê de Registro que consolidam a pesquisa é uma etapa importante no processo de reconhecimento de um bem cultural como Patrimônio Cultural da cidade, realizado pelo Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural. O Inventário do Samba se torna uma ferramenta essencial para salvaguardar essa riqueza cultural", afirmou a secretaria municipal de Cultura, Eliane Parreiras. O estudo está sendo desenvolvida pelo Coletivo de Sambistas Mestre Conga, em parceria com o Projeto República, da UFMG, e a PBH, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (SMC). "O bacana é que este projeto nasceu dos seios do samba. Por isso que esse projeto, que chamamos de inventário participativo, nasceu entre os sambistas e as sambistas da cidade. Eles são os protagonistas", disse o historiador Marcos Maia, que coordena a pesquisa. A iniciativa busca fazer um levantamento detalhado para identificar, compreender e preservar os elementos constituidores do samba de BH, como os mestres e mestras, grupos e coletivos, celebrações, saberes e lugares de referência fundamentais para sua história. "Estou muito emocionado por tudo que isso representa e de estar aqui representando meus parceiros do samba de Belo Horizonte", comentou Mário César, representante do Coletivo Mestre Conga. Participe da comunidade do g1 Minas no WhatsApp e receba direto no seu celular as notícias do estado Os vídeos mais vistos do g1 Minas: o

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